Há 2 horas
Tecnologia Moderna

A tecnologia moderna é capaz de realizar a produção sem emprego. O diabo é que a economia moderna não consegue inventar o consumo sem salário.
"Herbert de Souza"
Apenas uma História...
Era uma vez a Joana, o Pedro, e o Zé Manel. O Pedro e a Joana são casados, têm 2 filhos, uma pequena menina e um rapaz que está no 10º ano. O Zé Manel, sempre de barba grande como habitual, foi a casa deste casal para vender umas meias, como o Zé Manel é chato, a Joana lá comprou as meias para se ver livre dele, quando recentemente tinha ido comprar à loja dos chineses meias que lhe faziam falta. A Joana vai muitas vezes à loja dos chineses comprar vários artigo sob o argumento que são muito baratos.
O Zé Manel mudou-se recentemente para uma casa nova, uma habitação social construída pela câmara municipal com apoios do governo. Um T3 a estrear para ele, a sua mulher e os 5 filhos, com todas as comodidades de uma construção moderna. Um luxo ainda longe da maioria das famílias deste país. Zé Manel e sua esposa nunca trabalharam legalmente, por isso não efectuaram qualquer desconto, razão pela qual usufruem destas regalias pelo governo, ao contrário dos contribuinte que trabalham para o bem da economia nacional. Eles recebem também o rendimento mínimo, e mais um subsídio de apoio por cada filho. Mas mesmo assim, o Zé Manel lá vai tentando vender alguns artigos de vestuário que não se sabem de onde vêm. Os filhos às vezes são vistos a pedir nas feiras e à entrada dos hipermercados. O Zé Manel tem uma carrinha Ford Transit e um BMW preto.
O Pedro, marido da Joana, trabalha numa empresa do ramo automóvel, o seu salário e o salário da sua esposa, bem governados lá vai dando prós estudos dos filhos, para pagar a casa e as contas do dia a dia. Pouco sobra ao fim do mês, e são muitas as vezes que evitam grandes passeios. O problema maior costuma ser quando tem de pagar o seguro do seu Renault Clio, mas depois a coisa lá se compõem quando chega a altura do subsídio de férias ou 13º mês. Mas agora as coisa não estão famosas para o Pedro, que acabara de saber através dos seus superiores que esta unidade de produção se irá deslocar para um país na Ásia. Todos os seus trabalhadores andam bastante preocupados com a excepção do administrador, que segundo as suas perspectivas, esta mudança vai permitir à empresa reduzir cerca de 70% do encargo com a mão-de-obra, reduzir o preço do produto final em cerca 10%, aumentar a produção entre 5 a 10% em que já está contabilizado as perdas pelas peças defeituosas (que se estima aumentem cerca de 60%).
No final desse mesmo ano, o Pedro ficou assim desempregado. O subsídio de desemprego é mais baixo que o seu antigo salário liquido. Isto veio complicar bastante as contas lá em casa. Ele passa agora a ser obrigado a submeter-se a um regime de apresentações obrigatórias com prova de procura de emprego, sob a pena de lhe ser retirado o subsídio, só porque o Tiago na altura em que estava desempregado e a receber o mesmo subsídio, estava também a trabalhar em Espanha na construção civil. É um regime parecido ao do Francisco que foi apanhado pela policia a roubar, e o tribunal também lhe decretou apresentações semanais na esquadra de policia lá da zona. Sabendo isto, Pedro não deixa de se sentir indignado e com vergonha por ter um tratamento cujo o princípio é o mesmo de um delinquente, cujo o único crime que ele cometeu foi ver o seu emprego fugir para outra pessoa que mal sabe ler ou escrever, que lhe será pago um salário muito inferior ao dele, e que provavelmente não gozará férias e trabalhará muitas mais horas, e o nosso governo assobiou para o lado, impotente e incapaz de fazer algo para salvar estes postos de trabalho.
A Rita, a filha mais nova de Pedro anda no Infantário. A Isabel é a nova educadora de infância que fora contratada. Até lhe correu bem, conseguiu colocação pouco tempo depois de acabar a sua formação.
A Joana, esposa do Pedro, trabalha numa empresa têxtil, e ganha apenas o salário mínimo. Aquando o arrebentamento da crise mundial, a sua empresa faliu, e tal como o seu marido, tem agora as mesmas obrigações que ele. As contas lá por casa ficaram o caos, e a Joana questiona-se como a sua empresa faliu, não consegue encontrar resposta, mas não dispensa uma visita às lojas dos chineses para aliviar um pouco a tensão criada lá em casa e apanhar um pouco de ar fresco. A Rita teve de sair do infantário. O dinheiro não dá para tudo, e o João, o filho mais velho, saiu da escola e anda agora à procura de emprego através das agências de trabalho temporário, que de certeza não lhe garantirão nenhum futuro, sendo as melhores perspectivas, o de salta de contrato em contrato para várias empresas. O sonho do João era estudar Direito.
A Isabel, também ficou desempregada após o fim do primeiro contrato. Com a diminuição de crianças lá no centro, já não é mais necessária. Não tem direito ao subsídio de desemprego porque não atingiu o tempo de descontos mínimo. Perdeu assim um sonho, visto que é provável que demore anos à situação estar restabelecida, e que nessa altura, devido ao tempo que esteve parada, o mais provável é ninguém a empregar de novo como educadora de infância.
Na casa de Joana e Pedro as coisas não vão nada bem, o desespero criou sentimentos de revolta e raiva, pelo que já se encontram num processo de divorcio, a casa terá de ser vendida, e da forma como o mercado anda, se conseguirem comprador, que rezem ser o suficiente para pagar o que devem ao banco da casa, tudo o resto é prejuízo...
Durante uma das audiências em tribunal, assaltaram o carro de Pedro e levaram o rádio, alguns documentos e algum dinheiro que ele lá tinha. 1 semana depois a policia apanhou o presumível assaltante que confessou o crime, e chamaram o Pedro à esquadra, para lhe dar a noticia de que o individuo era toxicodependente e seropositivo, vive com a sua mãe cuja a reforma mal dá para os medicamentos, e que não possuem qualquer bem para que possa pagar o prejuízo do assalto ao Pedro, dizendo também que as cadeias estão cheias e que o mais certo é o tribunal o libertar porque é assim que funciona a nossa justiça. Pedro lá desiste da queixa, e vai a caminho da loja do cidadão para tirar nova documentação que estava em falta, tendo de pagar os mesmos...
-----------------------------------------------------------------------
A infelicidade de um reflecte-se em cadeia. A situação que vivemos hoje não é culpa de uma só pessoa ou organismo, mas sim de todos nós. Cabe a cada um de nós mudar a forma com investimos o nosso dinheiro, esforço, tempo, e amor. Cada um de nós deve optar por situações que impliquem se possível o retorno. Não podemos exigir um governo honesto se não somos honesto connosco, não podemos exigir emprego se não damos valor ao que produzimos. Não podemos exigir justiça quando muitas vezes temos pena do prevaricador. Não podemos apelidar os jovens como "geração rasca", quando eles são o futuro, mas herdam a corrupção dos seus antepassados e um planeta quase destruído.
by: littledragonblue
O Zé Manel mudou-se recentemente para uma casa nova, uma habitação social construída pela câmara municipal com apoios do governo. Um T3 a estrear para ele, a sua mulher e os 5 filhos, com todas as comodidades de uma construção moderna. Um luxo ainda longe da maioria das famílias deste país. Zé Manel e sua esposa nunca trabalharam legalmente, por isso não efectuaram qualquer desconto, razão pela qual usufruem destas regalias pelo governo, ao contrário dos contribuinte que trabalham para o bem da economia nacional. Eles recebem também o rendimento mínimo, e mais um subsídio de apoio por cada filho. Mas mesmo assim, o Zé Manel lá vai tentando vender alguns artigos de vestuário que não se sabem de onde vêm. Os filhos às vezes são vistos a pedir nas feiras e à entrada dos hipermercados. O Zé Manel tem uma carrinha Ford Transit e um BMW preto.
O Pedro, marido da Joana, trabalha numa empresa do ramo automóvel, o seu salário e o salário da sua esposa, bem governados lá vai dando prós estudos dos filhos, para pagar a casa e as contas do dia a dia. Pouco sobra ao fim do mês, e são muitas as vezes que evitam grandes passeios. O problema maior costuma ser quando tem de pagar o seguro do seu Renault Clio, mas depois a coisa lá se compõem quando chega a altura do subsídio de férias ou 13º mês. Mas agora as coisa não estão famosas para o Pedro, que acabara de saber através dos seus superiores que esta unidade de produção se irá deslocar para um país na Ásia. Todos os seus trabalhadores andam bastante preocupados com a excepção do administrador, que segundo as suas perspectivas, esta mudança vai permitir à empresa reduzir cerca de 70% do encargo com a mão-de-obra, reduzir o preço do produto final em cerca 10%, aumentar a produção entre 5 a 10% em que já está contabilizado as perdas pelas peças defeituosas (que se estima aumentem cerca de 60%).
No final desse mesmo ano, o Pedro ficou assim desempregado. O subsídio de desemprego é mais baixo que o seu antigo salário liquido. Isto veio complicar bastante as contas lá em casa. Ele passa agora a ser obrigado a submeter-se a um regime de apresentações obrigatórias com prova de procura de emprego, sob a pena de lhe ser retirado o subsídio, só porque o Tiago na altura em que estava desempregado e a receber o mesmo subsídio, estava também a trabalhar em Espanha na construção civil. É um regime parecido ao do Francisco que foi apanhado pela policia a roubar, e o tribunal também lhe decretou apresentações semanais na esquadra de policia lá da zona. Sabendo isto, Pedro não deixa de se sentir indignado e com vergonha por ter um tratamento cujo o princípio é o mesmo de um delinquente, cujo o único crime que ele cometeu foi ver o seu emprego fugir para outra pessoa que mal sabe ler ou escrever, que lhe será pago um salário muito inferior ao dele, e que provavelmente não gozará férias e trabalhará muitas mais horas, e o nosso governo assobiou para o lado, impotente e incapaz de fazer algo para salvar estes postos de trabalho.
A Rita, a filha mais nova de Pedro anda no Infantário. A Isabel é a nova educadora de infância que fora contratada. Até lhe correu bem, conseguiu colocação pouco tempo depois de acabar a sua formação.
A Joana, esposa do Pedro, trabalha numa empresa têxtil, e ganha apenas o salário mínimo. Aquando o arrebentamento da crise mundial, a sua empresa faliu, e tal como o seu marido, tem agora as mesmas obrigações que ele. As contas lá por casa ficaram o caos, e a Joana questiona-se como a sua empresa faliu, não consegue encontrar resposta, mas não dispensa uma visita às lojas dos chineses para aliviar um pouco a tensão criada lá em casa e apanhar um pouco de ar fresco. A Rita teve de sair do infantário. O dinheiro não dá para tudo, e o João, o filho mais velho, saiu da escola e anda agora à procura de emprego através das agências de trabalho temporário, que de certeza não lhe garantirão nenhum futuro, sendo as melhores perspectivas, o de salta de contrato em contrato para várias empresas. O sonho do João era estudar Direito.
A Isabel, também ficou desempregada após o fim do primeiro contrato. Com a diminuição de crianças lá no centro, já não é mais necessária. Não tem direito ao subsídio de desemprego porque não atingiu o tempo de descontos mínimo. Perdeu assim um sonho, visto que é provável que demore anos à situação estar restabelecida, e que nessa altura, devido ao tempo que esteve parada, o mais provável é ninguém a empregar de novo como educadora de infância.
Na casa de Joana e Pedro as coisas não vão nada bem, o desespero criou sentimentos de revolta e raiva, pelo que já se encontram num processo de divorcio, a casa terá de ser vendida, e da forma como o mercado anda, se conseguirem comprador, que rezem ser o suficiente para pagar o que devem ao banco da casa, tudo o resto é prejuízo...
Durante uma das audiências em tribunal, assaltaram o carro de Pedro e levaram o rádio, alguns documentos e algum dinheiro que ele lá tinha. 1 semana depois a policia apanhou o presumível assaltante que confessou o crime, e chamaram o Pedro à esquadra, para lhe dar a noticia de que o individuo era toxicodependente e seropositivo, vive com a sua mãe cuja a reforma mal dá para os medicamentos, e que não possuem qualquer bem para que possa pagar o prejuízo do assalto ao Pedro, dizendo também que as cadeias estão cheias e que o mais certo é o tribunal o libertar porque é assim que funciona a nossa justiça. Pedro lá desiste da queixa, e vai a caminho da loja do cidadão para tirar nova documentação que estava em falta, tendo de pagar os mesmos...
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A infelicidade de um reflecte-se em cadeia. A situação que vivemos hoje não é culpa de uma só pessoa ou organismo, mas sim de todos nós. Cabe a cada um de nós mudar a forma com investimos o nosso dinheiro, esforço, tempo, e amor. Cada um de nós deve optar por situações que impliquem se possível o retorno. Não podemos exigir um governo honesto se não somos honesto connosco, não podemos exigir emprego se não damos valor ao que produzimos. Não podemos exigir justiça quando muitas vezes temos pena do prevaricador. Não podemos apelidar os jovens como "geração rasca", quando eles são o futuro, mas herdam a corrupção dos seus antepassados e um planeta quase destruído.
by: littledragonblue
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littledragonblue
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Blog Maneiro

Olá a todos, respondo a mais um desafio que me foi trazido pela Sandra. É difícil responder a todos os desafios lançados, mas aqui vamos:
As regras são:
1. Exibir a imagem do selo "Olha que Blog maneiro";
2. Postar o link do blog que nos premiou;
3. Indicar 10 blogs da nossa preferência;
4. Avisar os premiados;
5. Publicar as regras;
6. Conferir se os blogs indicados (isto é, que nos premiaram) passaram o selo e as regras;
7. Enviar uma fotografia nossa ou de um (a) amigo (a) para olhaquemaneiro@gmail.com, juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação; caso os blogs tenham indicado o selo e as regras correctamente dentro de alguns dias você recebera uma caricatura em P&B;
E aqui vão os 10 blogs que acho que merecem este selo...
Publicidade e Telemarketing

Leiam estas três fantásticas sugestões sobre a maneira de lidar com as agressões de telemarketing, que constituem para todos nós uma praga quase diária!
1ª - Um método que realmente funciona:
Ao receber uma chamada de telemarketing a oferecer um
produto ou um serviço, diga apenas, com toda a cortesia:
"Por favor, espere um momento...".
Dito isto, pouse o telefone sobre a mesa e vá fazer outras tarefas, em vez de, simplesmente, desligar imediatamente o telefone.
Isto vai fazer com que cada chamada de telemarketing para o seu telefone tenha uma duração compridíssima, ultrapassando, e muito!.... os limites impostos à pessoa que lhe ligou. De vez em quando, verifique se o sujeitinho ou a menina, ainda estão
em linha. Volte a pôr o telefone na posição de repouso, apenas quando tiver a certeza de que desligaram.
Não tenha dúvida de que esta é uma lição de custo elevado para a empresa que lhe ligou!!!
2ª - Já alguma vez lhe aconteceu atender o telefone e parecer-lhe que não há ninguém do outro lado?
Em caso afirmativo, fique a saber que esta é uma técnica de telemarketing, executada por um sistema computorizado, que estabelece a ligação e regista a hora
em que se atendeu o telefone. Esta técnica é usada por alguns serviços de marketing, para determinarem a melhor hora do dia em que alguém da empresa lhe poderá ligar, evitando assim que o "precioso" tempo de ligação da empresa, seja desperdiçado,
se não encontrarem ninguém em casa. Assim, ao receber este tipo de ligação, não desligue! Em vez disso, pressione imediatamente a tecla "#" do aparelho, seis ou sete vezes seguidas, e numa sequência rápida.
Normalmente, este procedimento confunde o computador que discou o número, e vai obrigá-lo a registar o seu número como inválido, eliminando-o assim da base de dados!!!
3ª - Publicidade metida nas contas recebidas pelo correio
Todos os meses recebemos publicidade indesejada metida nas contas do telefone, luz, água, cartões de crédito, etc.
Muitas vezes, esta propaganda vem acompanhada de um envelope-resposta, que "não precisa de selo; o selo será pago por..."
Meta nesses envelopes pré-pagos a publicidade recebida, e ponha-a no correio, dirigida a essas empresas. Caso queira preservar a sua privacidade, antes de meter a
publicidade no envelope, retire tudo aquilo que possa eventualmente identificá-lo.
Este é um método que funciona muito bem para ofertas de cartões, empréstimos, e outro material não solicitado. Portanto, não deite fora esses envelopes
pré-pagos! Ao devolvê-los com a propaganda recebida, está a fazer com que essas empresas paguem duas vezes pela publicidade enviada!...
Se quiser acrescentar um requinte de malvadez, aproveite para meter no envelope, anúncios da pizzaria do seu bairro, da lavandaria, da florista, do canalizador, do
oculista, da costureira, do talho, do dentista, da tabacaria, do barbeiro, do fabricante de marquises de alumínio, da peixaria, do serralheiro, ou de qualquer
outra actividade comercial local do mesmo género.
Há já várias pessoas a usarem estes métodos de devolver o lixo publicitário.
1ª - Um método que realmente funciona:
Ao receber uma chamada de telemarketing a oferecer um
produto ou um serviço, diga apenas, com toda a cortesia:
"Por favor, espere um momento...".
Dito isto, pouse o telefone sobre a mesa e vá fazer outras tarefas, em vez de, simplesmente, desligar imediatamente o telefone.
Isto vai fazer com que cada chamada de telemarketing para o seu telefone tenha uma duração compridíssima, ultrapassando, e muito!.... os limites impostos à pessoa que lhe ligou. De vez em quando, verifique se o sujeitinho ou a menina, ainda estão
em linha. Volte a pôr o telefone na posição de repouso, apenas quando tiver a certeza de que desligaram.
Não tenha dúvida de que esta é uma lição de custo elevado para a empresa que lhe ligou!!!
2ª - Já alguma vez lhe aconteceu atender o telefone e parecer-lhe que não há ninguém do outro lado?
Em caso afirmativo, fique a saber que esta é uma técnica de telemarketing, executada por um sistema computorizado, que estabelece a ligação e regista a hora
em que se atendeu o telefone. Esta técnica é usada por alguns serviços de marketing, para determinarem a melhor hora do dia em que alguém da empresa lhe poderá ligar, evitando assim que o "precioso" tempo de ligação da empresa, seja desperdiçado,
se não encontrarem ninguém em casa. Assim, ao receber este tipo de ligação, não desligue! Em vez disso, pressione imediatamente a tecla "#" do aparelho, seis ou sete vezes seguidas, e numa sequência rápida.
Normalmente, este procedimento confunde o computador que discou o número, e vai obrigá-lo a registar o seu número como inválido, eliminando-o assim da base de dados!!!
3ª - Publicidade metida nas contas recebidas pelo correio
Todos os meses recebemos publicidade indesejada metida nas contas do telefone, luz, água, cartões de crédito, etc.
Muitas vezes, esta propaganda vem acompanhada de um envelope-resposta, que "não precisa de selo; o selo será pago por..."
Meta nesses envelopes pré-pagos a publicidade recebida, e ponha-a no correio, dirigida a essas empresas. Caso queira preservar a sua privacidade, antes de meter a
publicidade no envelope, retire tudo aquilo que possa eventualmente identificá-lo.
Este é um método que funciona muito bem para ofertas de cartões, empréstimos, e outro material não solicitado. Portanto, não deite fora esses envelopes
pré-pagos! Ao devolvê-los com a propaganda recebida, está a fazer com que essas empresas paguem duas vezes pela publicidade enviada!...
Se quiser acrescentar um requinte de malvadez, aproveite para meter no envelope, anúncios da pizzaria do seu bairro, da lavandaria, da florista, do canalizador, do
oculista, da costureira, do talho, do dentista, da tabacaria, do barbeiro, do fabricante de marquises de alumínio, da peixaria, do serralheiro, ou de qualquer
outra actividade comercial local do mesmo género.
Há já várias pessoas a usarem estes métodos de devolver o lixo publicitário.
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